Quinta dos Malvedos

Nos verões de 1993 e 1994 a Quinta dos Malvedos teve direito a menção em inúmeros jornais de todo o mundo. Motivo: teve como hóspede em período de férias o Primeiro Ministro inglês, John Major. Outras razões, no entanto, elegem esta quinta para o rol das mais interessantes propriedades da região. Provavelmente plantada no fim do século XVIII pela família do visconde de Vila Maior, a Quinta teve desde então dois donos: Justino Ferreira Pinto Basto (filho do fundador da conceituada fábrica de Porcelana Vista Alegre) comprou-a em 1849; em 1890 a Quinta muda de proprietário e passa para os domínios da «Graham». Esta firma exportadora não se deu no entanto muito bem com os Malvedos. Quando a empresa se aproximou da falência, em 1970, o grupo «Symington» comprou-a .Mas não quis a Quinta , que permaneceu nas mãos da família Graham. Só doze anos mais tarde é que a Quinta e a empresa se juntam de novo, tendo a estrutura produtiva sofrido vultuosos investimentos. A Quinta dos Malvedos distingue-se na paisagem pela beleza dos seus terraços, pela sua casa de habitação e pelo ar mediterrânico que as oliveiras lhe emprestam. Chega-se lá pela estrada que liga Alijó ao Tua, pouco depois de se avistar o rio.

Endereço: Quinta dos Malvedos, S. Mamede de Ribatua, 5070 Alijó (Tel.: 078-65159; Tel. Sede: 02-3796063/3798044).
Proprietário: W. & J. Graham & Cª.
Ano de aquisição: 1890.
Área de vinha: 88 ha.
Número de videiras: 273.000.
Idade aproximada de vinha: mais de 90 % das videiras têm menos de 15 anos.
Produção: 124 pipas.

   

Trabalho realizado no Colégio Nossa Senhora da Bonança pelas alunas, com orientação do Prof. José Guerner.

   

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