Quinta da Boavista.

A sua importância resulta antes de mais pela identificação que tem com a pessoa do Barão de Forrester. Joseph James Forrester, que veio para Portugal em 1831 para trabalhar na firma exportadora do seu tio, utilizou esta quinta como base para fazer muitas das suas longas e exigentes pesquisas sobre o Douro. Daí nasceram mapas do rio e da região demarcada e muitos outros estudos e opiniões sobre o vinho do Porto. Outro motivo de enorme valia histórica: foi nesta Quinta que começaram a ser experimentados os bacelos americanos que em pouco tempo provaram ser a única salvação do Douro contra a praga da filoxera, que dizimou milhares de hectares de vinha no último quartel do século XIX. Comprada no século passado pela firma « Offley, Webber & Forrester», a Quinta da Boavista (ou Boa vista) conheceu vários proprietários ao longo de todo o século XX.
Em 1979 a Quinta regressou à origem, sendo adquirida pela «Forrester». Para a encontrar há que chegar primeiro a Chanceleiros, seguindo a estrada do Pinhão para Covas do douro. Dos seus domínios pode disfrutar-se uma magnífica paisagem.

Endereço: Quinta da Boa Vista, Chanceleiros, 5085 Pinhão (Tel.: 054-72459; Tel. Sede: 02-305111/305147).
Proprietário: Forrester & Cª, Lda, 86%; Seminário do sagrado Coração de Jesus, 145. Ano de aquisição: 1979.
Área de vinha: 50 há.
Número de videiras: 173.000.
Idade aproximada da vinha: metade tem menos de 25 anos.
Produção: 240 pipas.

   

Trabalho realizado no Colégio Nossa Senhora da Bonança pelas alunas, com orientação do Prof. José Guerner.

   

Voltar