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Celebrou o centenário da sua existência em plena actividade, em 1940 e continuou a laborar até quase aos nossos dias.
A sua fundação remonta ao ano de 1840 tendo como sócios fundadores: Thomaz Nunes da Cunha e António Monteiro Catarino, ambos com experiência no campo da cerâmica.
A primeira instalação da fábrica foi na Capela do Senhor do Carvalhinho, que deu origem ao nome da fábrica, pertencente à Quinta da Fraga, no Porto, junto à Calçada da Corticeira ( esta inicia-se na margem do Douro e termina no passeio das Fontainhas).
Em 1853 a fábrica sofre ampliações que lhe permitem lançar-se, definitivamente, no campo comercial ( depósito no Campo dos Mártires da Pátria) o que é comprovado pela encomenda de várias jarras por parte da confraria do Santíssimo Sacramento de S. Nicolau.
De 1870 existe uma factura/recibo, de dívida a Thomaz Nunes da Cunha de 495 azulejos lisos no valor de 9$900 réis- 20 réis a unidade- assinada "por T. N. C., Castro Júnior" ( este é genro de Thomaz Nunes da Cunha e quem o substituirá na fase seguinte de fábrica). |
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