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Os Dinky Toys, fabricados pela famosa Meccano Ltd. (GB), animaram gerações e gerações de rapazinhos que, ontem como hoje, dividiam a sua predilecção entre as bolas e os "popós"! Os primeiros modelos de metal fundido, com uma escala vizinha de 1/48, foram produzidos, cerca de 1910, pela Tootsietoy (EUA) e pela SR (F). Seguiram-se-lhe algumas realizações em França, Grã-Bretanha e Alemanha. Nos anos 30, uma importante inovação veio revolucionar o fabrico das miniaturas automóveis: a substituição do chumbo por uma liga de zinco chamada zamac (as outras letras do nome referem-se ao magnésio, alumínio e cobre, os outros constituintes da liga). Esta liga tinha a vantagem de ser mais leve e resistente, o que permitiu a melhoria notável da qualidade dos modelos. Tinha, contudo, o inconveniente de, mesmo com baixos teores de impurezas, conduzir a um fenómeno conhecido por "fadiga" que levava a uma gradual desintegração da miniatura. Só depois da 2ª Guerra Mundial, a evolução tecnológica permitiu ultrapassar este problema. |
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É por esta altura que a Dinky Toys, ao iniciar a produção de modelos destinados a servir de acessórios para a decoração dos dioramas de comboios eléctricos, lança verdadeiramente a paixão (e a indústria) da miniatura automóvel. Acompanham-na a Märklin (Alemanha), a Mercury (Itália) e, mais tarde, a filial francesa da Dinky Toys e a Solido, também de França, a Corgi Toys e a Spot-On (Grã-Bretanha). É, contudo, só a partir de 1950, que se verifica a estabilidade da escala 1/43, se começam a produzir réplicas mais fiéis e se multiplicam as firmas fabricantes. |
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Mercury (1960) |
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Solido (1957) |
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Corgi Toys (1957) |
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Pode perguntar-se "Porquê a escala 1/43?". A resposta deve procurar-se nos comboios eléctricos. Na verdade, as primeiras miniaturas automóveis de escala vizinha de 1/43 apareceram com o objectivo de enriquecerem os dioramas dos comboios eléctricos da escala ou bitola "0". Contudo, apesar desta escala corresponder verdadeiramente a 1/43, os primeiros Dinkies, que foram justamente fabricados com esse propósito, eram duma escala compreendida entre 1/45 e 1/55! Esta indefinição mantém-se no pós-guerra e é só nos fins dos anos cinquenta que se começa a verificar uma estabilização do 1/43, tendência que, curiosamente, foi iniciada pela Dinky França, logo após o fim da guerra (no que não foi seguida pela casa-mãe!). |
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Nos primeiros anos do pós-guerra, o panorama é francamente dominado pela Dinky. A sua série 23, com modelos de carros de Grande Prémio, como o Cooper-Bristol, Alfa-Romeo, Ferrari, HWM e Maserati, teve um sucesso extraordinário e a sua produção estendeu-se por mais de 10 anos. O HWM, ao lado representado, com pintura e pneus originais, é exemplificativo. Uma grande variedade de modelos de carros utilitários, sem vidros, nem interiores, mas reproduzindo os carros do dia-a-dia, faziam também as delícias dos rapazinhos como eu. |
HWM -1951 (Dinky Toys - 1952/59) |
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Mas, as minhas preferências iam, para além dos carros de Fórmula 1, para os carros de "sport", como é o caso do Aston Martin abaixo representado. |
Aston Martin DB3S - 1954 (Dinky Toys - 1955/59) |
Contudo, o carrinho dos meus sonhos, nesses tempos de meninice, era o MG Midget na versão desportiva! Era o carro que eu sempre procurava que o meu amigo Paulinho me emprestasse para as nossas disputadas corridas no chão cimentado da garagem! Mais tarde, quando a resistência dos meus pais, a dar-me dinheiro para comprar carrinhos tão insignificantes para o preço, já tinha sido vencida, bem tentei conseguir um modelo desses! Tinha saído de produção e a melhor aproximação que pude arranjar foi a versão de estrada e ... em segunda mão! |
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A pintura original era dum horroroso verde claro, já bastante estragada e o pára-brisas estava partido. Assim, decidi-me pelo restauro e o resultado é o que se pode ver ao lado. Durante a década de 1950, a qualidade dos modelos evolui rapidamente: os carros fechados passam a ter vidros e interiores, os pneus ganham um aspecto mais realista e as jantes tornam-se réplicas das dos carros verdadeiros. |
MG Midget TD - 1950 (Dinky Toys - 1957/60) |
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Mas é nos anos 60 que se verifica uma extraordinária explosão de inovações: portas e tampas de abrir, encosto dos bancos rebatível, suspensão e até rodas actuadas pelo volante! |
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O início da década é marcado por dois modelos magníficos da Tekno (DK): o Mercedes 300 SL e o Jaguar E. Ambos os modelos podiam ser desmontados em mais de uma dezena de peças, as portas abriam, as tampas da mala e do motor também, mostrando respectivamente o pneu sobresselente e uma excelente reprodução do motor! Mas o supremo requinte era que, exercendo pressão sobre um dos guarda-lamas da frente, as rodas viravam para esse lado, permitindo assim realizar manobras com o carrinho! |
Jaguar E - 1961 (Tekno (1964)) |
Mini Marcos GT 850 - 1966 (Corgy Toys - 1968) |
Para o final da década multiplicaram-se as realizações notáveis. Da Corgi Toys destaco o Mini Marcos GT 850, que permitia, através de quatro pequenas alavancas situadas na base do carro, remover cada uma das rodas! Além disso, cada alavanca, quando actuada, simulava o macaco, na medida em que assegurava o apoio do carro! Naturalmente, o modelo dispunha de portas e tampa do motor de abrir, interiores, réplica do motor e jantes realistas. |
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Outro modelo magnífico ficou a dever-se à Politoys, um fabricante italiano que no início da década substituiu a Mercury na liderança da produção transalpina: o Alfa-Romeo Zagato GS 1750, aliás, um carro belíssimo no original. O número de detalhes é impressionante! Não só a miniatura é globalmente excelente, como as portas abrem, as duas tampas do motor também (embora uma de cada vez) mostrando a réplica do motor, o pára-brisas é rebatível, o interior é perfeito, a capota é removível (substituída por uma réplica da capota descida) e ... o volante comanda as rodas direccionais! |
Alfa Romeo Zagato GS 1750 - 1930 (Politoys - 1967) |
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Entretanto, gradualmente, a Solido (F) impõe-se. A sua produção, que remonta aos anos 30, com escalas diversas, estabiliza na 1/43 a partir de 1957, e refina-se progressivamente. Primeiro, através da qualidade dos moldes, depois pela riqueza dos pormenores e pela fidelidade das reproduções, particularmente das versões desportivas. Tornar-se-á o líder da produção comercial nos anos 70. O Lamborghini P400 Miura foi não só um fantástico super-carro (que abalou a supremacia da Ferrari) como permitiu à Solido realizar um verdadeiro super-modelo! |
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Ferruccio Lamborghini disse na apresentação do carro no Salão de Turim que estava construindo "um carro de sonho para um reduzido
número de malucos"! |
Lamborghini P400 Miura - 1967 (Solido - 1968) |
Chaparral 2F - 1967 (Solido - 1968) |
Em 1967, o construtor americano de carros desportivos Jim Hall surpreendeu tudo e todos com um carro equipado com um aerofólio de inclinação controlada por um pedal. Dessa forma, o aerofólio poderia ser usado para, à saída das curvas, aumentar a transmissão da potência ao solo das rodas motrizes, sem prejudicar o arrasto nas zonas de alta velocidade. Em 1968, a Solido brindou-nos com uma réplica excelente desse interessante carro em que o aerofólio era comandado pela pressão exercida sobre a traseira! |
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Contudo, a maior novidade dos anos 60 é, na minha opinião, a consagração do coleccionismo de minimodelos. Na verdade, até então, as miniaturas de automóveis eram, antes de mais, brinquedos. Todas as inovações introduzidas como interiores realistas, vidros, portas e tampas de abrir, suspensões, etc., destinavam-se, prioritariamente a cativar os jovens clientes desses carrinhos. Havia, entretanto, milhares de jovens que tinham crescido a brincar com os Dinky Toys, que continuavam a gostar de automóveis, mas que, tendo-se tornado adultos ... já não brincavam! Mas podiam coleccionar. E coleccionavam! Não admira que houvesse quem tivesse percebido que havia um mercado potencial para miniaturas mais refinadas, de temas mais sofisticados. |
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É assim que, nos anos 60, surgem fabricantes a produzir miniaturas destinadas exclusivamente a coleccionadores. Um desses fabricantes, a italiana Rio, dedicou-se inicialmente à reprodução de carros veteranos, um tema que, só por si revela um público alvo bem distinto dos rapazinhos que brincam com pópós! O Itala 24/40 cv, vencedor do raid Pequim-Paris em 1907, é um dos primeiros modelos da Rio, realizado com uma qualidade inusitada para os padrões da época. |
Itala 24/40cv - 1907 (Rio - 1961) |
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Nos anos 70, o fabrico de modelos para coleccionadores ganhou um impulso ainda maior com o aparecimento de kits metálicos, produzidos artesanalmente. Foi uma autêntica dádiva dos céus para os coleccionadores que, assim, viram finalmente a possibilidade de obter modelos de grande interesse histórico, mas que nunca tinham merecido os favores dos fabricantes industriais. |
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O mais relevante desses fabricantes artesanais foi o inglês John Day, um coleccionador que, farto de não conseguir os modelos que lhe interessavam, se resolveu pela sua construção e, em boa hora, se decidiu a comercializá-los. Entusiasta das 24 Horas de Le Mans, a sua linha dedicada aos vencedores da célebre prova veio permitir que outros coleccionadores como eu, pudessem adquirir esses tão desejados modelos. É o caso do Talbot, vencedor da edição de 1950, ao lado representado. |
Talbot 4483cc - 1950 (John Day - c. 1970) |
E.R.A. - 1934 (Auto Replicas - 1972) |
Outro fabricante artesanal que marcou a década de 70, foi a Auto Replicas (GB). Realizou um número escasso de modelos e teve uma presença ainda mais efémera do que John Day! Foi pena, até porque os seus kits tinham uma qualidade notável! O modelo do E.R.A. de 1934, um carro que animou as corridas de Grande Prémio, na categoria de voiturettes, antes da II Guerra Mundial, ilustra bem a perfeição da produção deste fabricante. |
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Mas, é nos anos 80 que haveria de se produzir o grande boom na produção de modelos exclusivamente para meninos grandes e que criaria as características de que ainda hoje se reveste a disponibilidade comercial de minimodelos 1/43. |
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Logo no princípio da década surge a italiana Brumm. Começando pela produção de modelos de coches e carruagens, seguida de viaturas pré-automóveis, cedo lançou a linha revival, dedicada a modelos de carros da primeira metade do séc. XX. Hoje, é um dos fabricantes mais poderosos e mais conceituados de miniaturas de carros à escala 1/43. A qualidade da sua produção pode ver-se no modelo ao lado, o Fiat S74 de 1911, cujo impressionante motor de 14000 c.c. permitia a velocidade de 165 km/h! |
Fiat S74 - 1911 (Brumm - c. 1980) |
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Em 1983, também Portugal ganhou um lugar importante na indústria dos minimodelos, através da Vitesse. Não foi uma estreia, pois já em 1966, a Metosul tinha fabricado alguns modelos e, nos fins da década de 70, a Luso Toys tentou impor-se neste difícil sector industrial. Mas, foram iniciativas que, infelizmente, não vingaram! |
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Com a Vitesse tudo foi diferente! Em poucos anos, dada a qualidade dos seus modelos e a diversidade do seu catálogo, tornou-se um dos fabricantes de primeiro plano a nível mundial. Ao lado, o primeiro modelo da Vitesse, o Lancia 037, vencedor da Volta à Córsega de 1982. |
Lancia 037 - 1982 (Vitesse - 1983) |
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Posteriormente, a Vitesse criou outras marcas, das quais destaco a Onyx e a Quartzo, orientadas para os modelos de carros desportivos. Um aspecto de grande relevância para mim foi a atenção dedicada à Fórmula 1, tão desprezada por outros fabricantes até então! Primeiro, a Onyx, e depois a Quartzo, trouxeram-nos, finalmente, a nós coleccionadores a possibilidade de conseguir magníficas réplicas dos carros que tantas emoções têm trazido aos amantes do automobilismo! O tema das 24 H de Le Mans também não foi ignorado para satisfação dos muitos coleccionadores fans da célebre prova. Os dois modelos seguintes ilustram a qualidade das realizações da fábrica portuguesa. |
McLaren Honda MP4/4 - 1988 (Onyx - 1989) |
Porsche 935 K3 - 1979 (Quartzo - 1994) |
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Merecido destaque merecem também os modelos "abertos", como este Renault de Alain Prost, vencedor do GP do Brasil de 1982. No fim dos anos 90, a Vitesse deslocou a sua produção para a R.P. da China e, pouco depois, foi comprada pela Ixo! |
Renault RE30B - A.Prost 1º GP Brasil 1982 (Quartzo) |
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A meio da década, outro excelente fabricante italiano fez a sua aparição: a Box. Moldes perfeitos, pintura cuidada e grande rigor nos detalhes, permitiram à Box atingir rapidamente um lugar de relevo no panorama da miniatura 1/43. |
Ferrari 250 GTO (Box - 1985) |
Isso, e uma inteligente gestão do catálogo! Como a Brumm e a Vitesse já faziam, e todos os fabricantes hoje fazem, a Box disponibilizava várias personalizações do mesmo modelo. Desta maneira, o elevado custo do molde, o factor de produção mais relevante, é distribuído por várias referências. Assim, um mesmo coleccionador é levado a comprar mais do que um exemplar do mesmo modelo, aumentando as vendas que, doutra forma, seriam significativamente menores. Por exemplo, o Ferrari 250 GTO, ao lado, teve, pelo menos 11 personalizações diferentes! |
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À Box, seguiu-se a Progetto K, também italiana. Especialmente vocacionado para a reprodução das marcas italianas, este fabricante tem tido uma produção relativamente pequena, mas de grande qualidade, como é patente no modelo do belo Ferrari 340 America, ao lado reproduzido. |
Ferrari 340 America - 1952 (Progetto K - 1986) |
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A década de 90, que viria a mostrar-se tão ou mais prolífera do que a anterior, começou com um acontecimento que classifico como dos mais notáveis de toda a história da 1/43! A Herpa, fabricante alemão até então dedicado à escala 1/86, com vista à decoração dos dioramas de comboios eléctricos da escala H0, fez a sua estreia na escala raínha da miniatura automóvel. E que estreia! Em três anos sucessivos, lançou três modelos de Ferraris, o 348 tb, o Testarossa e F40, qual deles a réplica mais extraordinária! A miniatura é de plástico injectado com uma perfeição que eu julgava impossível nesta escala tão reduzida! A linha geral é, obviamente, irrepreensível. A riqueza de pormenores, desde a exactidão dos emblemas exteriores ao nível sumptuoso de reprodução dos interiores, é insuperável. |
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E o que é mais espantoso é que o preço destas miniaturas nem sequer era muito mais elevado! Infelizmente, a Herpa, depois destas três miniaturas, abandonou esta linha de fabrico de super modelos! |
Ferrari 375 plus - 1954 (Top Model - 1993) |
Durante 20 anos, Francesco De Stasio dedicou-se à produção de excelentes kits, os automodelos F.D.S. Em 1993, iniciou o fabrico de modelos em zamac, criando a Top Model Collection. Com uma judiciosa escolha dos modelos, realizados com alta qualidade, é hoje um dos fabricantes italianos mais reputados. Veja-se, ao lado, o excelente modelo do Ferrari 375 plus, vencedor das 24 H de Le Mans de 1954. |
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Também em 1993, surgiu a Art Model, outra marca italiana, exclusivamente dedicada à Ferrari (bom gosto!). O belo Ferrari 166M, que averbou a primeira vitória da marca nas 24 H de Le Mans, em 1949, é um dos primeiros modelos que realizou e cuja qualidade é evidente na foto ao lado. |
Ferrari 166M (Art Model - 1994) |
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Em meados da década, a Box cindiu-se em duas novas marcas, a Bang e a Best, que têm continuado a tradição de boa qualidade que aquele fabricante tinha estabelecido. Os dois modelos a seguir reproduzidos são bons exemplos do alto padrão de fabrico destes produtores de miniaturas. |
Ford MKII (Bang - 1994) |
Ferrari 750 Monza (Best - 1995) |
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A Minichamps, marca da Paul's Model Art, iniciou-se na produção de miniaturas no início dos anos 90 e, em meados da década, era já um dos mais poderosos fabricantes de modelos para colecção, não só à escala 1/43, mas também nas escalas 1/8 e 1/18. Dedicando-se especialmente aos carros de corrida, actuais e do passado, este fabricante alemão é um dos que tem proporcionado aos coleccionadores a felicidade de completar as suas colecções, em particular de Fórmula 1, tão difíceis de realizar no passado. |
Benneton Renault B195 - 1995 (Minichamps - 1995) |
Alfa-Romeo 8C - 1934 (Starter - c. 1999) |
A Starter, fabricante francês de excelentes kits de resina, a par da sua associada Provence Moulage, passou a fornecer, a partir dos anos 90, os seus modelos já montados. A magnífica qualidade das suas miniaturas e a especial atenção dedicada às 24 H de Le Mans (o seu catálogo inclui todos os vencedores!) faz da Starter um dos fabricantes mais apreciados pelos coleccionadores. |
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A última grande adição ao panorama das miniaturas 1/43 é a Hot Wheels, uma marca da poderosa multinacional Mattel. Os seus modelos, de grande qualidade e rigor, ombreiam com o que de melhor se fabrica, como se pode ver na foto ao lado, do Ferrari F399 de Eddie Irvine. |
Ferrari F399 - 1999 (Hot Wheels - 1999) |
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Os coleccionadores de miniaturas automóveis 1/43 vivem um período feliz. Há um número considerável de fabricantes, oferecendo modelos variados, realizados com grande perfeição, a preços relativamente acessíveis. Longe vão os tempos em que os coleccionadores sonhavam, em vão, com modelos míticos impossíveis de conseguir ou só acessíveis àqueles que, graças a uma bolsa recheada, os podiam encomendar aos grandes artesãos ou que, dispondo de grande habilidade, os fabricavam eles próprios. É claro que há ainda muitos modelos com lugar reservado nas prateleiras das nossas vitrinas ou da nossa imaginação! Mas os tempos são promissores! Talvez amanhã os possamos ter! |
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Todas as imagens de miniaturas desta secção reproduzem modelos meus que foram fotografados por mim. Todos os direitos de utilização destas imagens estão reservados. Ó 2002 Franclim Ferreira. |
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