Nome Franclim

O nome Franclim é a versão portuguesa do nome inglês Franklin. Encontram-se várias outras grafias tais como Franklim e Franquelim, mas Franclim é a correcta na medida em que preserva a sílaba tónica do nome original e não utiliza a letra "k".

De facto, as letras "k", "w" e "y", só devem ser utilizadas em português em certas abreviaturas e símbolos e em derivados eruditos de nomes próprios estrangeiros que têm essa letra, como frankliniano, kantismo, darwinismo, wagneriano, byroniano, taylorista, etc.

Eu próprio, fui registado como Franquelim, pelo que durante muitos anos assim escrevi (e ainda assino) o meu nome. Todavia, quando em 1983 renovei o bilhete de identidade, deparei-me com a surpresa de ver o nome escrito como Franclim! Argumentei que, embora soubesse que essa era a forma correcta, pensava que como tinha sido registado como Franquelim, assim seria toda a vida.

Foi-me respondido pela simpática funcionária que «o Computador (escrevo com maiúscula intencionalmente) tinha actualizado todos os nomes e, portanto, era assim que eu agora deveria escrever. Mas podia continuar a assinar Franquelim ...». Saí estupefacto, mas sobretudo frustado. Estava a terminar a preparação da minha dissertação de doutoramento, isto é, um período árduo em que tentei (e consegui) convencer um computador (com 64 kbytes de memória!) a fazer o que eu queria! Quando, afinal, o Arquivo de Identificação tinha um Computador capaz de, sózinho, tomar decisões! Com um computador desses, teria sido bem mais fácil, certamente! Paciência!

Mais tarde, convenci-me mesmo a alterar a grafia do nome para Franclim. É que descobri que existe, em português, o adjectivo franquelim, que significa frágil, débil, fraco! Assim, antes que alguém relacionado comigo descobrisse esse significado e me brindasse com um: "És mesmo um franquelim!", mudei para Franclim! Agora, se alguém me chamar Franquelim, vai levar para contar! Não faltava mais nada!

O nome inglês Franklin deriva do substantivo franklin que, na Idade Média (séc. XIV e XV), na Inglaterra, era usado para designar os homens-livres, que não sendo nobres senhores da terra, também não eram servos da gleba. Proprietários de pequenas courelas, trabalhavam-nas essencialmente com a ajuda dos familiares. A palavra deriva do Inglês Médio frankeleyn que, por sua vez vem do Anglo-Francês fraunclein e do Francês Antigo franc.

Aparentemente, o nome foi utilizado inicialmente como apelido. Na verdade, os dois Franklin ilustres mais antigos (a pesquisa restringe-se, por razões óbvias, aos ilustres), Benjamin Franklin (séc. XVIII) e Sir John Franklin (séc. XVIII-XIX), eram Franklin de apelido. Só no séc. XIX encontrei o primeiro Franklin ilustre de nome próprio, o 14º Presidente dos Estados Unidos, Franklin Pierce. É ainda nascido no séc. XIX, embora celebrizado já no séc. XX, que aparece o mais conhecido dos Franklin de nome próprio, Franklin D. Roosevelt, que quase posso considerar como meu padrinho, uma vez que foi em sua honra que me foi dado este nome.

Mas o mais notável de todos os Franklin foi, sem dúvida, Benjamin Franklin. Estadista, filósofo, cientista e escritor, nasceu em Boston, 1706 e morreu em Filadélfia, 1790. Foi um dos pais da Independência Americana e um dos redactores da sua Declaração.


Na sua estada em França, onde defendeu brilhantemente a causa da independência americana, foi recebido na Academia de Ciências, de que foi membro associado desde 1772. Negociou a paz com a Grã-Bretanha (1781, 1783).

Em 1744, fundou a American Philosophical Society e, em 1751, ajudou a fundar a Universidade da Pensilvânia.

De 1746 a 1754 fez numerosas experiências sobre electricidade e, particularmente, em 1752, a sua célebre experiência com o papagaio de papel, que o ajudou a estabelecer a natureza eléctrica do raio. Descobriu o "poder das pontas" de atrair e deixar escoar a electricidade, inventou o pára-raios, o fogão com o seu nome e os óculos bifocais.

 

Sir John Franklin, explorador inglês, nasceu em Spilsby, Lincolnshire, 1786 e morreu no Árctico, 1847, quando chefiava uma missão encarregada de encontrar a passagem do Noroeste.

A partir de 1818 explorou as costas norte da América, tendo feito o reconhecimento do litoral entre a embocadura do Coppermine River e a do Mackenzie. Foi governador da Tasmânia, onde permaneceu de 1836 a 1843.

 

Também Portugal teve o seu Franklin ilustre, Francisco Nunes Franklin, nascido no Recife, Brasil, 1778 e falecido em Lisboa, 1833. Fez os primeiros estudos no Recife, ingressando depois na Universidade de Coimbra. Cronista da Casa e Estado de Bragança (1821), subiu em 1833 a guarda-mor interino do Arquivo Nacional da Torre de Tombo. Foi sócio da Academia das Ciências.

Franklin Pierce, 14º Presidente dos Estados Unidos, nasceu em Hillsborough, New Hampshire,  1804 e morreu em 1869.

Subiu à Presidência numa era de aparente tranquilidade quando os Estados Unidos, em virtude do Compromisso de 1850, pareciam ter sanado a sua tormenta secessionista. Seguindo as recomendações de conselheiros sulistas, Pierce esperava impedir novas ameaças de secessão, mas a sua política, longe de preservar a calma, ateou a rotura da União.

Franklin Delano Roosevelt, 32º Presidente dos Estados Unidos, nasceu em Hyde Park, New York, 1882 e morreu em Warm Springs, Georgia, 1945.

Foi eleito Presidente em Novembro de 1932 para o primeiro de quatro mandatos. Em Março seguinte, havia 13 milhões de desempregados e quase todos os bancos tinham fechado. Nos seus primeiros "100 dias", propôs e o Congresso ratificou um profundo programa de reforma e auxílio, o famoso "New Deal". Assumindo a Presidência em plena Grande Depressão, Franklin Roosevelt ajudou os americanos a recuperar a confiança em si próprios.

Em 1936, foi reeleito para novo mandato com uma vantagem recorde. Sentindo que dispunha do apoio popular, aprofundou as medidas reformadoras que permitiram, a partir daí, ao Governo americano regular legalmente a economia.

Grangeou grande popularidade no estrangeiro, incluindo o meu avô materno, o que o levou a insistir que me fosse dado o seu nome próprio.

 

Mas também há mulheres ilustres com o nome Franklin. Rosalind Elsie Franklin foi uma notável biofísica inglesa, nascida em 1928 e vitimada por um cancro em 1958. Realizou estudos sobre a natureza do carvão de pedra e do carvão de lenha e como usá-los mais eficientemente.

Doutorada em Cambridge, com apenas 26 anos, iniciou estudos sobre a difracção dos raios X, tendo sido pioneira da criação de imagens de sólidos cristalizados. O seu trabalho mais conhecido é, contudo, a sua contribuição para a descoberta da estrutura do DNA.

E que dizer da Raínha do Soul, Aretha Franklin? Felizmente, ainda entre nós (só é um ano mais velhinha do que eu!), o seu nome dispensa comentários. O melhor é mesmo ouvi-la!

 

Estes Franklin tão notáveis, ou pelo menos alguns deles, tinham necessariamente que gerar outras ocorrências do nome Franklin. A nível toponímico, elas são tão numerosas que seria uma tarefa ciclópica recolhê-las todas. Seguem-se algumas que consegui coleccionar.

O território mais extenso com o nome Franklin é certamente a província dos Territórios do Noroeste do Canadá, criada em 1895 e que homenageia Sir John Franklin. Estende-se desde o Círculo Árctico até ao Pólo Norte e abrange as ilhas de Baffin, Ellesmere, Victoria, Banks, Devon, Axel Heiberg, Príncipe de Gales e as penínsulas de Bothia e Melville.

Nos Estados Unidos, homenageando Benjamin Franklin, consegui identificar condados nos seguintes estados:

Ohio

Virginia

Texas

Indiana

Nebraska

Massachusetts

Maine

North Carolina

Illinois

Mississippi

Pennsylvania

Tennessee

New York

Georgia

Iowa 

Missouri

Washington

Kentucky

Arkansas

Idaho

Florida

Vermont

Kansas

Alabama

Com a mesma motivação encontrei cidades nos estados: 

Wisconsin

Louisiana

Pennsylvania

Tennessee

Kentucky

West Virginia

Connecticut

Missouri

Vermont

Indiana

New Jersey

Ohio

Virginia

Texas

Illinois 

New Hampshire

Massachusetts

Maine

North Carolina

Georgia

Michigan

Ainda poderemos acrescentar as seguintes variantes: New Franklin no Missouri, North Franklin em Connecticut, Franklinville em New Jersey, North Carolina e New York e, finalmente, Franklinton na Louisiana e em North Carolina.

Evidentemente, deve haver muitas ruas com o nome Franklin, mas a pesquisa dessa informação seria pura loucura! Mas como encontrei referência a uma estalagem (Franklin Street Inn), em Appleton, Wisconsin, isto prova que nessa cidade há uma rua Franklin.

Há também um lago, Franklin D. Roosevelt Lake, um rio afluente do rio Gordon no sudoeste da Tasmânia, Austrália e tenho ideia de já ter lido que também há, pelo menos, uma montanha ou monte.

Naturalmente, muitas são também as instituições com o nome Franklin. Alguns exemplos: Franklin Institute Science Museum, em Filadélfia, Franklin Park, em New Jersey, Franklin University, em Columbus, Ohio, Franklin College of Indiana, Franklin Park Zoo, em Boston, Massachusetts, Franklin Institute of Boston, Franklin High School, em El Paso, Texas, Franklin School for Gifted Students, Franklin Hospital Medical Center, em Valley Stream, New York, etc.

Encontrei também muitas empresas, das quais destaco: Franklin Bank, Franklin Telecom Corp., Franklin Electronic Publishers, Inc., The Franklin Mint (esta empresa até parece ser criada à minha imagem, uma vez que se destina à criação e fabrico de coleccionáveis, como modelos de automóveis, etc.!), Franklin Industries, Franklin Software, Franklin Press, Inc., Franklin Enterprises (no Canadá), Franklin Electric Company, Inc., Franklin Corporation, fabricante de sofás e cadeiras (!) e Franklin Novelty.

Fora dos países anglófonos também se podem encontrar ocorrências do nome Franklin. Assim, fui encontrar em Lugano, Suiça, o Franklin College. Mas o caso mais interessante é, certamente, a existência de um estabelecimento comercial Franklin na minha própria cidade, na Avenida Rodrigues de Freitas!

Benjamin Franklin é, sem dúvida, o responsável pelo maior número de designações com o nome Franklin. E dada a sua enorme reputação científica, não admira que tenha havido uma unidade de medida com o seu nome: - a unidade de carga eléctrica no sistema C.G.S. electrostático. A adopção do Sistema Internacional de Medidas, cuja unidade de carga eléctrica é o coulomb, tornou, contudo o franklin obsoleto.

Um tipo específico de antena recebeu também o seu nome.

A antena Franklin é uma antena com uma extensão de vários meios comprimentos de onda, tendo bobinas não radiantes de correcção de fase entre as secções de meio comprimento de onda.

Ao lado, representa-se o diagrama de radiação da antena Franklin.

Uma homenagem indirecta a Ben Franklin é a franklinite.

A franklinite é um mineral do grupo das espinelas, cristalizando no sistema cúbico, geralmente com hábito octaédrico. O brilho é metálico, tem cor negra e é ligeiramente magnético. Na sua composição estão presentes o ferro, o zinco e o manganés, sob a forma de óxidos, tendo sido utilizada como minério de zinco. Provém de Franklin, New Jersey, Estados Unidos, e daí o seu nome.

 

Outro Franklin, para além dos já citados, deixou ainda o seu nome duradouramente ligado a um dos maiores fétiches da nossa civilização actual, o automóvel. O automóvel Franklin foi inventado pelo engenheiro John Wilkinson e fabricado pelo industrial H. H. Franklin.

O primeiro Franklin foi produzido em 1902 e o fabrico de automóveis estendeu-se até 1934, quando em resultado da Grande Depressão, a empresa, à semelhança de muitas, se viu obrigada a fechar.

O Franklin foi um dos carros mais inovadores do seu tempo, usando um motor refrigerado a ar, peso reduzido e construção flexível, enquanto os outros fabricantes de carros luxuosos produziam máquinas pesadíssimas.

Estes notáveis automóveis criaram um público tão leal e fiel, que o interesse por eles nunca morreu. Desta forma, ainda hoje existe um clube que desenvolve uma actividade intensa à volta desta marca, The H. H. Franklin Club.

É a esta organização que devo as informações aqui incluídas e que, amavelmente, me autorizou a usar a fotografia do magnífico Franklin Touring, modelo 9B, de 1921, aqui representado. Trata-se de um belo exemplar que o seu proprietário, Ken Dufrane, vende por uns irrisórios 17 000 dólares.

 

Na música portuguesa, também está presente o nome Franklin! De facto, existe uma composição chamada Fado Franklin. É um fado antigo, com letra popular (bem triste por sinal, digo eu), e música de Franklin Gomes Godinho, como consta do disco que possuo de fados do Dr. António Menano. Trata-se de uma compilação em CD, de 1995, da EMI - Valentim de Carvalho, Música, Lda., e que inclui aquela gravação, realizada em Berlim e publicada no 78 rpm Odeon LA 187808 (OG 1020). Apesar de António Menano ser mais conhecido como cantor de fados de Coimbra, trata-se de um fado de Lisboa.

Por vezes, também se encontra a grafia Franklyn. Convém notar que os ingleses, e por extensão os outros anglófonos, nunca foram muito preocupados com regras ortográficas rígidas. Era comum, até fins do séc. XIX, principalmente os nobres, escreverem os seus nomes com grafias específicas. E parece que nem sequer eram muito consistentes! De Shakespeare conhece-se uma boa meia dúzia de assinaturas com grafias diferentes. Só com a Revolução Industrial, e a consequente democratização (relativa) do ensino, se verificou uma tendência para a uniformização da ortografia, dada a necessidade de publicação de manuais que pudessem ser aceites indiferenciadamente.

Franclim, com esta ou outra grafia, não é um nome muito comum em Portugal. Lembro-me de dois colegas com o mesmo nome e de entre os milhares de alunos, que tive até agora, não se contam mais de 2 ou 3 com este nome. No desporto, recordo um grande guarda-redes de hóquei em patins, do F. C. Porto e da selecção nacional, e o Belenenses tinha há pouco tempo, na sua equipa de futebol, um defesa lateral com o meu nome.

Naturalmente, os Franclim Ferreira são ainda mais raros. A Lista Telefónica da rede do Porto da PT tem apenas 4 Franklim ou Franklin Ferreira. Mas, nunca conheci pessoalmente nenhum deles.

Um caso interessante passou-se nas minhas férias de 2000 na bela ilha de S. Miguel, nos Açores.

A sala de jantar da estalagem possuía numa das paredes alguns nichos decorados com peças antigas. Num deles, descobri um antigo anúncio, de desenho muito bonito. Qual o meu espanto, ao ver que o anúncio tinha o texto abaixo à esquerda.

Claro que Frank pode ser também o diminutivo de Francis e, portanto, não posso assegurar que se tratasse de um Franklin, mas lá que este meu primo afastado, com bom gosto suficiente para usar um anúncio tão bonito, merecia chamar-se assim, ... lá isso merecia!

Em 2004, estive em Monterrey, no México, onde fui agradavelmente surpreendido pela existência de uma cadeia de oculistas com o nome Franklin.

Em 2004, estive em Monterrey, no México, onde fui agradavelmente surpreendido pela existência de uma cadeia de oculistas com o nome Franklin.

As duas imagens que aqui podem ver são das duas lojas que vi. A foto da esquerda refere-se a um centro comercial e deu-me um prazer especial fazê-la. É que, mal tinha acabado de a fazer, fui abordado por um segurança que, educadamente, me fez saber que era proibido fotografar. O que é estranho é que ficou satisfeito por eu guardar a "arma", independentemente de o "crime" já ter sido consumado!

Mas, a verdade é que encontrar lojas ostentando o meu nome não é nada quando comparado com a "autêntica homenagem" que Monterrey presta à minha mulher, Rosário Vasconcelos!

Imaginem a minha surpresa quando, circulando na cidade e ao parar num sinal vermelho, me deparei, num cruzamento, com as placas toponímicas que podem ver ao lado! Febrilmente, saquei da máquina, abri-a, liguei-a e ainda consegui fazer este espantoso documento!

Há tempos, chamaram-me a atenção para um desenho animado do Canal Panda, que tem por protagonista um simpático jovem "tartarugo" chamado Franklin. Naturalmente, achei divertida mais esta "homenagem" ao meu nome e captei a imagem ao lado para a mostrar aqui.

Contudo, recentemente (Setembro 2004), fiquei muito perturbado ao escutar uma senhora radialista duma estação que gosto de sintonizar pela boa música que transmite! É que essa senhora, a propósito de uma mensagem de um ouvinte, meu homónimo, comentou que Franclim é nome de desenho animado!!!

Fiquei destroçado. Desenho animado? E eu que pensava que Franclim era um nome ilustre, que começou por significar homem-livre, nome de um dos pais da grande Nação Americana, de um grande explorador inglês, de dois presidentes dos EUA, de uma grande cientista, de uma grande cantora, nome de cidades, condados e territórios, dum lago, de rios e até de uma unidade física!

Afinal, ao ouvir o nome Franclim, o que vem à ideia da senhora radialista é, simplesmente, um desenho animado! É talvez um sinal dos tempos que vivemos! Talvez fosse de esperar que a senhora radialista conhecesse a Aretha Franklin, agora os presidentes e os outros ... como podia?

Bem, talvez pudesse conhecer Benjamin Franklin. Então, não era ele o simpático velhote que contracenava com o inteligente ratinho da banda desenhada "Ben e Eu", da Disney?!
(Refiro-me à banda extraída dum desenho animado que a Disney fez, com base no célebre livro de Robert Lawson.)

 

Quando comecei a construir a minha página, achei que uma página de um Franclim tinha de ser concebida usando um tipo de letra adequado. Assim, escolhi o Franklin Gothic Medium! Afinal, não é qualquer um que tem um tipo de letra com o seu nome! O problema é que este tipo não está incluido na instalação básica do Office, pelo que a maior parte das pessoas viam a página em Arial (o tipo que defini como alternativo). Assim, não só não viam as páginas com o aspecto com que as concebi, como não se apercebiam minimamente de que existia um tipo de letra chamado Franklin! Acresce que este tipo de letra tem algumas debilidades, por exemplo, o itálico e o negrito deixam bastante a desejar! Enfim, acabei por me aborrecer e decidi-me pelo Verdana que é um tipo de letra muito elegante, de grande legibilidade, pelo que é extensivamente usado em páginas web. Fica a recordação do Franklin Gothic no menu do cabeçalho que, como é constituído por figuras, se vê sem problemas.

 

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