Cachecóis

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em inglês:

do FCPorto

e com ele relacionados

Introdução nas seguintes línguas:

                                      
                                
                       

 

Coleccionar cachecóis?!

Quem, como eu, já viveu umas boas décadas, está em condições de testemunhar que esta moda dos cachecóis dos adeptos desportivos é um fenómeno relativamente recente. Terá começado timidamente nos anos setenta do século passado, intensificando-se lentamente nos anos oitenta e "explodindo" nos anos noventa!

Certo é que na minha juventude não existiam. Íamos ao futebol sem nada ou, quando muito, com uma bandeirinha. Não sei onde se iniciou este fenómeno, mas foi seguramente aqui na velha Europa e muito provavelmente no Reino Unido e na Itália, aqui especialmente associado à claques. Pelo menos, na América Latina, onde o futebol é tão acarinhado, não foi, pois o clima é pouco consentâneo com o uso de tal peça de vestuário! E nos outros continentes não parece provável que tenha sido!

Os primeiros cachecóis de futebol não eram, realmente, muito apelativos! Exibiam as cores do clube em barras transversais, de tal forma que um cachecol azul e branco tanto servia para o FC Porto como para qualquer outro clube com as mesmas cores!

Mais tarde, começaram a aparecer com os emblemas e os nomes e, em consequência, tornaram-se mais interessantes e atraentes. Mas foi com o aparecimento dos cachecóis comemorativos, isto é, evocando a conquista de taças e campeonatos, que o negócio dos cachecóis, de mãos dadas com o seu coleccionismo e o crescente merchandising dos clubes, ganharam importância.

Os primeiros cachecóis comemorativos devem ter aparecido quase em simultâneo com os não datados, logo nos anos setenta, embora de forma esporádica, menos sustentada. Mesmo no Reino Unido não conheço cachecóis anteriores a essa década. O cachecol do FC Porto mais antigo que conheço data de 1976/77 mas, que eu saiba, não se fez mais nenhum nos nove anos seguintes, de iniciativa portuguesa.

Só comecei a interessar-me pelos cachecóis quando o FC Porto desatou a ganhar uma série de campeonatos seguidos e achei que era engraçado coleccionar os cachecóis comemorativos correspondentes. Contudo, dos cinco cachecóis do penta, o do bicampeonato, só oito anos mais tarde é que o consegui! Se o tivesse arranjado logo, talvez tudo tivesse ficado por aí. Assim, o interesse manteve-se vivo!

Continuando a observar os cachecóis, apercebi-me da existência de uma outra categoria, que considero particularmente interessante: os cachecóis de evento! Estes podem referir-se a uma eliminatória ou uma final (daí a designação de cachecol de jogo), à participação num torneio, campeonato, grupo de apuramento, etc.

Estes cachecóis, ao apresentarem os emblemas e as cores dos clubes intervenientes, podem ser especialmente atractivos, além de poderem constituir uma recordação magnífica, particularmente quando os resultados foram bons e os adversários de grande nível!

E assim me nasceu mais esta paixão!

 

Índice

O que pode ver nesta secção:

Cachecóis comemorativos

1977-1994

O fogo do Dragão

... começa a aquecer a Europa e o Mundo!

Em cerca de quatro anos, o FC Porto é finalista da Taça das Taças, ganha a Taça dos Campeões Europeus, a Supertaça Europeia e a Taça Intercontinental!

 

1994-2002

A era do Penta

... um feito único no futebol português!

Pela primeira vez na história do futebol português, um clube consegue ganhar cinco campeonatos consecutivos!

 

2002-2003

Sevilha, 21 Maio 03

... o regresso ao galarim internacional!

Um ano fantástico! O Campeonato Nacional, a Taça de Portugal e, acima de tudo, a Taça UEFA!

 

2003-2004

Porto, outra vez

... Campeão Europeu!

Outro ano inesquecível! A Supertaça Cândido de Oliveira, a inauguração do Estádio do Dragão, o Campeonato Nacional e, no topo do bolo, a vitória na Liga dos Campeões!

 

2004-2007

E os Anos de Ouro

... vão-se sucedendo!

Foi a Taça Intercontinental, mais duas Supertaças Cândido de Oliveira, dois campeonatos nacionais e uma taça de Portugal!

 

2007-2009

A caminho de

... um segundo Tetra!

Uma equipa renovada, com novas estrelas a afirmarem-se na Europa e no Mundo, vai conquistando títulos e respeito internacional.

 

E ainda:

Outros cachecóis

Todos os anos continuam a fazer-se cachecóis cujo objectivo é identificar o seu possuidor como adepto do clube. Alguns são excepcionalmente belos!

 

História do Cachecol de Futebol

Como e quando se começaram a usar os cachecóis de futebol? Que tipos de material e fabrico se têm utilizado? Esta é só uma modesta contribuição para conhecer as respostas.

 

 

Esta minha colecção e a sua divulgação na Internet motivou que, em Novembro de 2004, fosse contactado por O Portal dos Dragões que me pediu uma entrevista. Essa entrevista foi publicada na 1ª página do Portal, cujo aspecto era assim. Pode ver o texto completo da entrevista aqui. E se é portista, não deixe de visitar este excelente Portal.

 

Agradecimento

Muitas pessoas me têm ajudado neste passatempo de coleccionar os cachecóis comemorativos do FC Porto. De entre todas, tenho de salientar o meu jovem amigo Bruno Sampaio pois, sem ele, a minha colecção nunca teria atingido a dimensão presente!

O Bruno tem-me oferecido cachecóis, tem trocado outros, forneceu-me contactos e deu-me preciosos conselhos. Portista indefectível, também colecciona cachecóis mas não se limita, como eu, aos do Clube. Tem uma vastíssima colecção de cachecóis de clubes de todo o mundo, mas principalmente europeus.

Obrigado, Bruno!

Mas, muitos outros amigos me têm dado uma valiosa ajuda. Quero destacar o meu malogrado irmão Nelson, o meu filho Rui, o amigão Zé António, o colega e já amigo Gil Santos (que me foi apresentado pelo Quim Zé, não esquecer!), os ex-alunos Jorge Reis, Ricardo Guimarães e Rui Sousa, o jovem Bruno Maia e o grande coleccionador Fernando Peixoto Correia, que não só me ofereceu cachecóis, como amavelmente me deixou fotografar todos os exemplares da sua colecção que eu não possuo. Uma palavra especial para o Sr. Morais que, sem me conhecer, teve a elevação de me oferecer o cachecol que, ciosamente, guardava como recordação da inesquecível jornada de Gelsenkirchen! Finalmente, como prova de que a amizade não conhece fronteiras, quero referir também os amigos Iain Lightbody, escocês, e Claus Deffner, alemão, cuja lista das gentilezas que têm tido para comigo encheria outra página web!

Por outro lado, a inclusão de uma introdução num tão grande número de línguas não teria sido possível sem a ajuda preciosa e amiga dum número elevado de pessoas, cujos nomes aqui quero lembrar: Abdelilah Suisse, António Bárbolo Alves, Artur Cardoso, Carlos Sá, Christopher Loutsaris, Dália Moreira (norinha), Ewelina Łukasik, Francesco Mancusi, Franklim Mendes, Gad Marom, Garciuc Velerio Leonid, Jean-Pierre Gerval, John Crapper, José Marañon, José Martins Ferreira, José Meirinhos, Jyrki Leppänen, Katarina Hirjakova, Lígia Moreira, Luísa Dias, Lilia Agusti Antas, Manuela Canavez, Marek Blizco, Maria Ângela Matos (tia), María Eugenia Diaz, Milan Radoš, Monica Dobre-Laza, Nadia Bucurenci, Nina Amaral, Øystein Ra, Patrik Karlsson, Paulius Baltrusaitis, Rodolfo Haber Haber, Rui Pedro Sousa, Seda Anilir e os seus colegas Mahir Çakýr e Volkan Kýlýç, Sònia Noguera, Torres Marques, Triin Lillelaid, Velimir Adžić, Vladimir Rauch Sitar, Wiesje/Joaquim Marques de Sá, Wim Lamers, Yann Riou e Yaroslav Babich.

 

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