Electrónica II (A) - edição 2005/06

 

Curso: Licenciatura em Engenharia Electrotécnica e de Computadores

Ano: 3º ano, ramo APEL, 2º semestre

Escolaridade: 3 horas de aulas teóricas + 2 horas de aulas práticas por semana

Docente

Aulas teóricas

Franclim Fortunato Ferreira, Professor Auxiliar
Rui Manuel Esteves Araújo, Professor Auxiliar

Aulas práticas

Franclim Fortunato Ferreira, Professor Auxiliar
Rui Manuel Esteves Araújo, Professor Auxiliar

Programa

Objectivos

Nesta disciplina, continua-se o estudo iniciado em Electrónica I. Assim, realizado o estudo dos dispositivos electrónicos básicos, díodos, transístores bipolares e de efeito de campo e conhecidas as características das suas montagens amplificadoras fundamentais, prossegue o estudo da amplificação com a análise das montagens compostas usadas nos amplificadores diferenciais e multiandar. Neste capítulo, são feitas numerosas referências a aspectos de resposta em frequência e da teoria da realimentação, que permitem avaliar as propriedades das diversas montagens. Estes conceitos tinham já sido introduzidos em Electrónica I, pelo que esta abordagem constitui uma segunda chamada de atenção para a sua importância no estudo do comportamento dos circuitos electrónicos. Concluída a definição da estrutura característica de um amplificador de vários andares (é analisado pormenorizadamente o circuito interno de um amplificador operacional típico, o 741), faz-se o estudo formal e sistematizado da resposta em frequência e da teoria da realimentação. Neste estudo é enfatizada a análise de papel-e-lápis com a utilização de métodos e técnicas expeditos para a rápida obtenção das características das montagens amplificadoras.

Finalmente, introduz-se o estudo do condicionamento de potência, bem como dos dispositivos mais relevantes da electrónica de potência.

Todo este estudo é feito simultaneamente numa perspectiva teórica e laboratorial, com base em circuitos propostos aos alunos mas que, em várias circunstâncias, estes são já chamados a dimensionar – treinando-os pois na perspectiva mais importante em engenharia que é a de projecto.

Conteúdos

Os tópicos de base versados na disciplina são os seguintes:

  • Amplificadores diferenciais e multiandar
  • Resposta em frequência de circuitos amplificadores
  • Realimentação, estabilidade e compensação
  • Díodos lentos e díodos rápidos de potência
  • Tíristor, Tíristor GTO, Triac, BJT de potência, MOSFET de potência, IGBT

Encontra um programa mais detalhado na ficha da disciplina e ainda mais detalhado na subsecção das Aulas Teóricas.

 

Programa detalhado do Capítulo de Introdução à Electrónica de Potência, 2002/03.

Metodologia

Aulas expositivas com exemplos práticos ilustrativos (T).

Aulas laboratoriais (P) com realização de trabalhos práticos.

Problemas para os alunos resolverem.

Bibliografia e textos de apoio

O programa da disciplina está coberto pelo conteúdo dos livros:

  • Microelectronic Circuits, Adel S. Sedra and Kenneth C. Smith, Oxford University Press, 5th ed., New York, 2004.

  • Power Electronics: Converters, Applications and Design, Mohan and Undeland, Robbins, Wiley & Sons, 2nd ed., 1995.

Os textos seguintes destinam-se a apoiar o estudo da disciplina:

Textos de apoio

  • Capítulo - Amplificadores Diferenciais e Multiandar,   texto multimédia da autoria de Franclim F. Ferreira, Pedro Guedes de Oliveira e Vítor G. Tavares. Contém muita informação sobre os capítulos de Resposta em Frequência e Realimentação.

Este texto é complementado pelos dois seguintes, preparados para serem impressos.

O Prof. Adriano Carvalho recomenda os seguintes textos para apoiar o estudo da Introdução à Electrónica de Potência:

Caderno de problemas

Avaliação

A nota final da disciplina é feita pela média pesada associada a:

  1. Participação, desempenho e resultados obtidos nas aulas práticas laboratoriais, conteúdo do livro de registo das experiências (log book) com o peso de 30% na avaliação.
      §    Esta parcela da avaliação é obrigatória para todos os alunos, podendo o caso dos trabalhadores estudantes e outros alunos de regime especial ser objecto de análise específica com vista a garantir lugar numa turma em horário nocturno (após as 18h);
      §    Esta parcela da avaliação manter-se-á para os anos subsequentes e constará de uma pauta de frequência a ser afixada antes do período de exames, devendo os alunos que queiram voltar a frequentar os laboratórios solicitá-lo ao docente responsável pela disciplina;
      §    Esta parcela da avaliação terá o seu valor limitado superiormente à classificação do exame final mais 4 valores (em 20).

  2. Dois minitestes a efectuar durante o período de aulas teóricas, o primeiro entre a 5ª e a 6ª semana e o segundo entre a 9ª e a 10ª, com o peso de 10% cada um.

  3. Exame final com o peso entre 50% e 70%.
      §    Para os alunos ordinários em primeira inscrição, o peso do exame será de 50%;
      §    Se algum aluno nestas condições faltar a um miniteste com uma justificação aceite pelo docente responsável pela disciplina, o exame terá um peso de 60% na nota final;
      §    Para os alunos em regime especial ou os alunos ordinários que já tenham obtido frequência à disciplina e não tenham solicitado expressamente o acesso aos minitestes, o seu peso será de 70%;
      §    O exame final constará de duas partes independentes, cada uma sobre a matéria leccionada por cada um dos regentes da disciplina. A aprovação no exame é condicionada à obtenção de pelo menos 30% da cotação em cada uma das duas partes.

Notas:

  • A frequência da parte laboratorial é obrigatória, conforme expresso acima, e sujeita à legislação no tocante ao número máximo de faltas admissível.

  • A justificação de uma falta não a elimina da contagem para efeito de aproveitamento, devendo os alunos repetir os trabalhos respectivos numa outra aula ou em tempo extra curricular, desde que autorizado pelo docente e acompanhado pelo técnico responsável pelos laboratórios.

  • O acesso ao exame final exige um mínimo de 8 valores (em 20) na componente laboratorial.

  • A componente contínua mantém o seu valor quer para o exame normal quer para o de recurso.

  • No exame de recurso, os alunos poderão optar por responder apenas a uma das duas partes do exame.

  • Em caso de melhoria de nota, se no mesmo ano, as regras são as mesmas que vigoram para o recurso; se noutro ano, a nota de frequência (laboratório) do ano em que fez a disciplina volta a contar com o peso de 30%, sendo os restantes 70% atribuídos ao exame.

Ficha da disciplina

Pode ler e/ou imprimir a ficha da disciplina a partir do espaço da disciplina no SiFEUP.

Exames e minitestes

Classificações

Classificações finais obtidas em 1999/00.

Classificações finais obtidas em 2001/02.

Classificações finais obtidas em 2002/03.

Classificações finais obtidas em 2003/04.

Classificações finais obtidas em 2004/05.

Alunos com frequência dos laboratórios, 2005/06.

Resultados do 1º miniteste, 2005/06.

Resultados do 2º miniteste, 2005/06.

Resultados de frequência, 2005/06.    (10 de Julho de 2006)

Resultados do exame da 1ª chamada, 2005/06.

Resultados do exame de recurso, 2005/06.

Sumários de anos anteriores

Aulas teóricas, 2001/02 e Aulas práticas, 2001/02.

Aulas teóricas, 2002/03 e Aulas práticas, 2002/03.

Aulas teóricas, 2003/04 e Aulas práticas, 2003/04.

Aulas teóricas, 2004/05 e Aulas práticas, 2004/05.

 

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